Com o empréstimo de títulos e os derivados pode-se votar na assembleia sem nada a perder, ou ganhar se a empresa falir. Os casos Mylan, CSX, Windstream e Hovnanian e o que muda para quem investe.
Quando uma empresa está em crise, alguns credores chegam a acordo com ela para passar à frente dos outros. Os casos J.Crew e Serta, dois tribunais com duas respostas e o que muda para quem tem um ETF de obrigações.
Os fundos abutre compram com desconto a dívida de empresas em crise para ficar com elas. Como funciona o loan-to-own, os casos Kmart e Argentina e porque pagam os pequenos acionistas.
Um ETF sintético sobre o S&P 500 rendeu mais do que um físico em todos os anos de 2018 a 2025. De onde vem a vantagem e quanto pesa o risco de contraparte, segundo os nossos dados.
Os IPO americanos de 2021 a 2023 ainda cotados perderam, em três anos, uma mediana de 77,7%, enquanto o mercado subia 34,6%. O que diz a investigação e porque esperar.
Uma carteira 60/40 deixada por conta própria desde 2002 tem hoje 90,9% em ações. Com que frequência rebalancear e como fazê-lo vendendo o mínimo, com 24 anos de dados.
Nas 10 piores sessões do S&P 500 desde 1998, os nove setores caíram juntos. Por que a correlação sobe nos crashes e o que protege de verdade.
O fluxo de caixa livre conta dinheiro de verdade, não estimativas contábeis. Entre 1.885 empresas americanas, uma em cada dez com lucro queimou caixa.
O beta diz o quanto uma ação acompanha o mercado, não o quanto ela pode despencar. Em nossos dados, 342 de 894 ações americanas de beta baixo perderam mais de 30% em um ano.
O Monte Carlo testa o seu plano contra milhares de futuros possíveis. Nos nossos dados, um ponto a menos de retorno leva a probabilidade de sucesso de 81% para 73%.
